Então e agora?.. Pergunta muito repetida, e ei-la uma outra vez. Pergunta que esteve para sair e que não saiu. Sai agora, quando por repetição se erodiu o absurdo inerente, o complexo do de antemão código penal vigente, no Estado da transacção de meias-verdades, mas sólidas.
As pessoas sabem lá do que falam, as pessoas sabem lá ao que se referem. Mas falam, e referem, e pensam no imediato. E fazem-no guiadas pela voz de um uníssono-miragem, em conivência com a vassalagem pelo ego prestada.
Somos todos iguais. A mesma merda. Metam isto na cabeça, e tudo vai perder aquele véu de falsidade transparente.
O teatro só morre de vez quando não houver actores. Não basta fechar os olhos, pois que de representação não padece a arena.
E já não sei se estou a fazer sentido, no mau-contacto dos fusíveis da alma-verdade.
Fique a dúvida, mas de luz apagada.
artigos de excursões sem fim nem princípio, no algo enevoado horizonte do Não, o desprezo do típico como inegável paixão..
Mais distensões de mim:
Outros que tais:
um Abade às Fatias
, the bittersweet cherry flavour
, sobreposições no cenário-Hugo
not your average Lady , Scriptum Tremens , um ser buscando ser , Roman Veli
not your average Lady , Scriptum Tremens , um ser buscando ser , Roman Veli
domingo, outubro 31, 2004
sexta-feira, outubro 15, 2004
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2
Gre´hg
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t 3yhg0 4t3 0430t0t00400t0t04t4000t4'0t40'
Então e: morte morte morte, sangue sangue sangue?
e já agora estrelas luz, luar, céu brilho blablablablablablabla é isso tudo.
O importante é tentar ser rebelde e partir as coisas. Claro. Que óbvio. Que sim. e´tg er tg
43tg ´«
543t 540 «y 54y h
3 'ytg 3ytg4w5 4w 54 t54
4 y«54
54 54 ty54't54
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Líxivia aqui em doses do caralhão grande.
Vomitar vomitar vomitar vomitar, morrer. Vomitar.
gHGEr 34h 3
Sim, tanto ódio, ui. E imaginem agora a ouvir Bach ou Chopin. E a partir tudo! Mesmo à descontrolo sem nada e sem a haver com.gkreher+
hhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Porque é a música do partir tudo em todos os sentidos. E talvez faça sentido.
Mas só para quem pensa que percebeu.
bis, bis. Outra vez: gjhpejrhop eatg 43'yug 43' tjga w«ti2~~«2t5~«2t«32~5r9 AQ«3OTG'
«RFG5R0O«4'TR 0F43'T 043 T543 43
T F
´543YG 54Y54
YHG54 54 PYG54EYTGA4EQ
T #IO0T43~'
pLAYStatION num BloG perto de si
amor amor amor amor amor amor
fraldas
uma homogeneidade de homónimos heterogéneos.
Já tou a picuinhar! E partir tudo? bahhhhhh
ctéria!
Na artéria!
Bem, perdi a vez. És tu, vá.
Já podes.
E vais fazer, e pronto. Vamos todos em fila nas direcções opostas. Mas sem exageros. Só de faltas de.
Toma o joystick.
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Então e: morte morte morte, sangue sangue sangue?
e já agora estrelas luz, luar, céu brilho blablablablablablabla é isso tudo.
O importante é tentar ser rebelde e partir as coisas. Claro. Que óbvio. Que sim. e´tg er tg
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Líxivia aqui em doses do caralhão grande.
Vomitar vomitar vomitar vomitar, morrer. Vomitar.
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Sim, tanto ódio, ui. E imaginem agora a ouvir Bach ou Chopin. E a partir tudo! Mesmo à descontrolo sem nada e sem a haver com.gkreher+
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Porque é a música do partir tudo em todos os sentidos. E talvez faça sentido.
Mas só para quem pensa que percebeu.
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uma homogeneidade de homónimos heterogéneos.
Já tou a picuinhar! E partir tudo? bahhhhhh
ctéria!
Na artéria!
Bem, perdi a vez. És tu, vá.
Já podes.
E vais fazer, e pronto. Vamos todos em fila nas direcções opostas. Mas sem exageros. Só de faltas de.
Toma o joystick.
quarta-feira, outubro 13, 2004
Umas repentinas pequenas coisas para dizer em pequeno:
o dia sem neutro, mas tambem sem resolução de definitivo. Umas pequenas ideias pensadas em pequeno. O desconcerto do concerto de primeiros andamentos, asfixiados sem neutro, mas tambem sem resolução de definitivo. A repetição vagueia nas sombras. Uh. Muros que se erguem sem mais construção que o acto de erguer.
Erguido. O algo pode. Segundo andamento. Reminiscências do ordenado, da ordem de desordens sem importância nesse aspecto, com elos. Esquecida a incerteza dada como certa, agora as pequenas certezas incertas em que se gere, com cuidado para não exagerar nas telas-monitores, pequenos gestos para gesticular em pequeno.
Insignificante. Mas com razões.
Outros vão fixando noções verbalizadas do concreto sem verbo, mas nao forçosamente menos assímptotas.
Alguma confusão e por fim algumas coisas para dizer sem presença, cascos para remendar, a superficie-onda a parecer aflitivamente menos distante numa calmaria aflitiva. As gargantas de uma tripulação zombie sedentas demais.
João Bosco e o formato quase forçado dentro do diferente por somatório, mas pretensão não me parece.
Bastante confusão. Nota geral, de momento. O produto externo do interno do externo, com o externo, interno produto de vontades com existências sem dúvida.
Algures ainda, um rosto. Em lista de espera sem espera verdadeira, numa espécie de infelizmente esborratado pela falta de verdade em tudo enquanto parte. De um eu sem mim, mas nao é sem mim que me encontro em sítios sem desilusão no bom sentido, ou médio. Nem se pode perceber bem. Mas é para lá destas palavras, e para trás ao mesmo tempo, pois sou um eu sem mim, mas esta conclusão é rodeada de falsos olhares descréditos, ou mesmo expectantes de uma repetição, independentemente de primeira, segunda, ou etc, que lhe anexe a razão.
Nao sei se me faço entender. Por outro lado, sim, não. Mas por outro lado sim, deste lado, mas só nos intervalos da confusão e ainda do resto assexuado no tempo. A confusão sao duas, distintas. A formatada, e a carregada de oposição sem opositor.
Compositor do sono e do ali. Com repentinas pequenas coisas para dizer em pequeno, tentar nao esquecer. Ou tentar esquecer. Nao sei o que deve e o que não deve, só que nao acontece num plano de pessoa enquadrada num quadrado qualquer, que pode até ser outra forma. Frases de medida nula, mesmo que não, e pode até ser que seja indiferente. Uma diferença de medida nula.
E após os ligeiros alívios e recargas (olhem um), o tal esquisso de dia-a-dia com traças, mas pouco traçado e que perdura aos bocados, volta e meia. Sempre que pode o que não pode, aparece aqui. Mas isto é para não pensar como em mais do que uma coisa para pensar, daquelas que preenchem os de repentes de alívios e recargas referidas, mas que morrem por aí. Um pensamento tem o seu tempo de vida, com ou sem traças, e pode morrer muito doente, ou são e indolor.
Em termos do hoje, pensar demasiado nisso seria forcar um ridículo engasgante. De asfixia pura e impura. De destruição celular e fotocelular.
Vou então compor. E recompor. E essas coisas que aparecem nos fins.
o dia sem neutro, mas tambem sem resolução de definitivo. Umas pequenas ideias pensadas em pequeno. O desconcerto do concerto de primeiros andamentos, asfixiados sem neutro, mas tambem sem resolução de definitivo. A repetição vagueia nas sombras. Uh. Muros que se erguem sem mais construção que o acto de erguer.
Erguido. O algo pode. Segundo andamento. Reminiscências do ordenado, da ordem de desordens sem importância nesse aspecto, com elos. Esquecida a incerteza dada como certa, agora as pequenas certezas incertas em que se gere, com cuidado para não exagerar nas telas-monitores, pequenos gestos para gesticular em pequeno.
Insignificante. Mas com razões.
Outros vão fixando noções verbalizadas do concreto sem verbo, mas nao forçosamente menos assímptotas.
Alguma confusão e por fim algumas coisas para dizer sem presença, cascos para remendar, a superficie-onda a parecer aflitivamente menos distante numa calmaria aflitiva. As gargantas de uma tripulação zombie sedentas demais.
João Bosco e o formato quase forçado dentro do diferente por somatório, mas pretensão não me parece.
Bastante confusão. Nota geral, de momento. O produto externo do interno do externo, com o externo, interno produto de vontades com existências sem dúvida.
Algures ainda, um rosto. Em lista de espera sem espera verdadeira, numa espécie de infelizmente esborratado pela falta de verdade em tudo enquanto parte. De um eu sem mim, mas nao é sem mim que me encontro em sítios sem desilusão no bom sentido, ou médio. Nem se pode perceber bem. Mas é para lá destas palavras, e para trás ao mesmo tempo, pois sou um eu sem mim, mas esta conclusão é rodeada de falsos olhares descréditos, ou mesmo expectantes de uma repetição, independentemente de primeira, segunda, ou etc, que lhe anexe a razão.
Nao sei se me faço entender. Por outro lado, sim, não. Mas por outro lado sim, deste lado, mas só nos intervalos da confusão e ainda do resto assexuado no tempo. A confusão sao duas, distintas. A formatada, e a carregada de oposição sem opositor.
Compositor do sono e do ali. Com repentinas pequenas coisas para dizer em pequeno, tentar nao esquecer. Ou tentar esquecer. Nao sei o que deve e o que não deve, só que nao acontece num plano de pessoa enquadrada num quadrado qualquer, que pode até ser outra forma. Frases de medida nula, mesmo que não, e pode até ser que seja indiferente. Uma diferença de medida nula.
E após os ligeiros alívios e recargas (olhem um), o tal esquisso de dia-a-dia com traças, mas pouco traçado e que perdura aos bocados, volta e meia. Sempre que pode o que não pode, aparece aqui. Mas isto é para não pensar como em mais do que uma coisa para pensar, daquelas que preenchem os de repentes de alívios e recargas referidas, mas que morrem por aí. Um pensamento tem o seu tempo de vida, com ou sem traças, e pode morrer muito doente, ou são e indolor.
Em termos do hoje, pensar demasiado nisso seria forcar um ridículo engasgante. De asfixia pura e impura. De destruição celular e fotocelular.
Vou então compor. E recompor. E essas coisas que aparecem nos fins.
terça-feira, outubro 05, 2004
Algo que está perdido, pelo meio do costumeiro, algo que nunca esteve ganho, pois claro. Pelo meio do costumeiro, uma sensação de derrota, hoje leve. O desvio do cansaço sem sensação. Um cansaço do sem nexo da prévia, por vezes emaranhado bolorento, por vezes mera pasta grudenta.
Falando em sensações, uma ténue chama brilha numa vela impossível, mas que verte a sua cera em gotículas amigavelmente corrosivas. E eu sempre perdido em termos de espaço-tempo, labiríntica física do pensamento. Surgem esboços de incertezas para preencher o vazio de certezas, e apagam os desenhos que nao se pintam.
É portanto ridículo falar nestes termos. Mas vou fingir que não faz mal.
Na horizontal, minimamente equilibrada.
Falando em sensações, uma ténue chama brilha numa vela impossível, mas que verte a sua cera em gotículas amigavelmente corrosivas. E eu sempre perdido em termos de espaço-tempo, labiríntica física do pensamento. Surgem esboços de incertezas para preencher o vazio de certezas, e apagam os desenhos que nao se pintam.
É portanto ridículo falar nestes termos. Mas vou fingir que não faz mal.
Na horizontal, minimamente equilibrada.
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